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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Sou uma célula.

Sou uma célula com suas organelas produzindo energia para a vida. E como célula evoluída que sou, interajo com outras. Afinal, o que seria de mim sozinha, flutuando por aí neste interstício inóspito? Seria fagocitada, provavelmente! As unidades vivas que permanecem próximas tocam minha membrana e formam ligações estáveis pelas quais trocamos sinais químicos filosóficos sobre nossa existência tão diminuta. Sabemos que o todo é grande à beça e que a correnteza é forte quando ficamos perdidas nos vacúolos do caminho. Maaaas, podemos contar umas com as outras. Isso sustenta, dá força! Formamos um retículo bem tecido e dinâmico no qual mantemos a fluidez, mesmo quando isso não parece possível.

A beleza de ser célula está no fato de saber que não estou só. E por isso, agradeço a cada uma das que compartilham comigo suas pequenas existências, entrelaçando seus pseudópodos com os meus, mantendo essa linda troca de amor constante, pulsante! Estarei sempre aqui com receptores sensitivos ligados em suas dores e alegrias, pronta pra fazer parte de cada micropartícula de momento.

2 comentários:

Eliana disse...

Olá!

Vim agradecer a visita e conhecer esse cantinho. Fiquei contente com o blog, mto bom e com conteúdo. Também gostei do seu perfil. Dá pra perceber que seus voos estão cada vez mais altos!

Mônica Lobo disse...

Fique à vontade, assim como fico no seu quando vou lá dar uma espiadinha.
rsrsrsrs.